sexta-feira, 30 de abril de 2010

(...)-me.

Respeita-me.
Apioa-me.
CONHECE-ME, pelo menos.

Estou absolutamente farta de que nem sequer saibas quem eu sou.
Isso deixa-me completamente desolada.
E desiludida.

Detesto que penses o que pensas, sobretudo porque não é verdade, mas também porque esperava que fosses diferente comigo.. Dá a entender que realmente preferias que não existisse na tua vida. Pelo menos agora.

Coisas simples como um "Estás bem, Dri? :)" Fariam toda a diferença, desde que o fizesses com carinho.
"Tens algum problema?" ; "Precisas da minha ajuda?". Coisas que eu NUNCA ouço de ti.
Gostava mesmo que entendesses que o que me dizes espeta como uma faca, e não cicatriza mais.


Mas não te preocupes, tenho a certeza de que um dia vais compreender melhor as asneiradas todas que estás a cometer ao nem sequer quereres me respeitar.

Há algumas coisas fundamentais em nós, que me fazemnão te considerar tudo o que desejavas.


E nessa altura, pensa quem é afinal o "culpado" de tudo. Quem "odeia" nesta história. Quem "não quer saber".

Vais ver que não sou eu, e o tormento que tens sido para mim.
E pode ser que, no meio dessas aventuras, descubras o quão infeliz estava ao escrever este texto a ouvir as tuas gargalhadas. Como sempre foi.

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