segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

uncontrolled

Ouvi a história numerosas vezes, e em nenhuma delas fui capaz de associar os factos.
Só quando ouvi o nome da menina é que recebi a notícia como em choque. Afinal aquele sofrimento todo era pela menina que parecia um anjo. Que suportou tudo.
Que foi, sem dúvida, a mais forte.
Descontrolei-me, talvez pela primeira vez, em frente às minhas compinchas. Acalmei-me, limpei mal as lágrimas, e tentei pensar melhor no assunto.
Foi a irmã dele, mas podia ser minha. Podia ser tua filha. Podia ser tua sobrinha. Podia ser tua prima.

Podia ser contigo e foi com ele.
Agora entendo a sua revolta.

Estou chocada.

Nilton ;D

EU AMO VOCÊ!

xD o melhor vídeo de sempre (pelo menos ate' agora) xD

http://5meianoitefanclub.blogspot.com/2009/12/eu-amo-voce-1.html#comment-form

[tem de ser aberto por esta pa'gina ;) .]

“MENTIRA” disse o polígrafo.

Opá, que porra é esta? Assim de repente..?!

Hoje descobri que realmente mentir não é cá com a minha pessoa. Nem chega a ser uma atitude atrevida, ou descarada. É MESMO uma atitude parva, cobarde! Ninguém deveria mentir. Seria muito mais fácil se o que acontecesse, fosse explicado, fosse descrito, para ser perceptível aos olhos de quem precisa entender. Não consigo (mesmo) entender a mentira. A sua existência nos casos o mais desnecessários possível.

Eu considero-me uma rapariga frontal. Com o tempo estou a aprender que, em certo tipo de situações, mais vale fazermos uma birra interna como um estagiário, do que propriamente dizer ao patrão de que aquela gravata não fica bem com a sua cor de cabelo. Mas, embora esteja a interiorizar estas parvas verdades da vida, continuo a achar que o patrão iria gostar muito mais das minhas atitudes se eu fosse sincera com ele.

Enfim, Lígia: obrigado por poder confiar nas tuas opiniões, porque sei que são baseadas em críticas sinceras.

E (gente que não menciono a sua designação), que a vidinha vos corra muito bem, e que sejam muito felizes, e que, com o tempo (esse esperto), aprendam que há casos em que não existem motivos para nos acobardarmos e mentirmos à descarada.

E pronto, tenho dito.

A minha mania de exprimir tudo. ;)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Tu vês, ele vê, Eu observo.

Adoro o tema “Imagem”.
Adoro observar, compreender, ver.
Olhos, para mim, significam um tesouro extremamente valioso, que espero não perder nunca. Acho mágico o poder de observar. De ver coisas diferentes. De ver uma fotografia a cores, e a vida a preto e branco, ou um mar calmo, retratado numa tela bastante agitado. A imagem muda tudo!
Por mim passava a vida a fotografar, a recordar o que passou e a imaginar que fotos poderia flashar em seguida. Adoro o poder das máquinas, de carregar no Shutter e capturar todo o tipo de momentos.

A imagem transmite-nos emoções! E uma gaja, normalmente é emotiva :P

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Afinal, quem disse que uma imagem desfocada não é linda, por vezes?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Jingóbéel.

E já se ouvem os sininhos de natal.. :P

Mim a divagar.

Todos temos sonhos. E todos temos de lutar por eles!

Eu quero muito lutar pelo meu sonho, quero agarrar todas as oportunidades que tenho! Quero, um dia, ter facilidades económicas, graças a um emprego que eu adoro, ter uma casa ao meu gosto, viajar, ter filhos… para mim isto é fantástico! E não me digam que não, porque, para mim, o dinheiro ajuda bastante. É sempre com dinheiro que temos facilidades nos hospitais, que podemos visitar museus que não estão ao pé da porta, que podemos dar aos nossos filhos os presentes que os fazem sentir confortáveis. E sobretudo, comida na mesa, comida saudável. Roupa ao nosso gosto, e bonita. Calçado que não deixa entrar a chuva, e que não parece feito de cimento.

Estes pedacinhos de vida fazem-me feliz. Por isso não digam que o dinheiro não traz felicidade. Porque todo este conforto que falei, desta saúde, desta alegria toda, que EU ADORO, requer dinheiro. E não é com 1000 euritos por mês, a dividir por 3 pessoas, que comem, andam e trabalham, que pagam impostos e cuidados de saúde, que conseguimos conforto.

Mas conseguimos sim: uma casa fria, roupas dadas e antigas, calçado desconfortável e com ar condicionado, tostões contados para comprar material, zero saídas divertidas a zelar pelo lazer. Enfim, não há cinema, não há a comida que queremos, não há a roupa bonita das amigas, não há idas a lugares diferentes, não há material de qualidade para trabalhar, não há sonhos.

Coitado de quem não os tem.

Eu adoro sonhar.

Perder-te... naaa, nem pensar! ;D

Ser derrotado.

Quero explicar como é difícil, mas o que me ocorre é Zerix. Nadinha. Não sei descrever uma derrota. E não, não estou a falar de poker. Estou a falar de ser Derrotado, numa coisa a sério. Perder. Não ganhar. Não sair com Vitórias. E no, também não estou a falar de futebol.
Mas e perder alguém?
Existe quem descreva isto sem pausas? É que é tão difícil. Não poder abraçar, não poder olhar daquela maneira especial. Não consigo imaginar (pronto, só imaginar consigo, mas fica melhor dizer que não consigo) como deve ser estar sem aquela pessoa – especial, importante, que me trata bem, que me faz bem, que me traz felicidade a todos os instantes. Aquela que me acompanha em tudo. Naqueles momentos únicos, que nunca ninguém nos poderá roubar (porque ninguém rouba momentos), e naqueles momentos em que sentimos que há quem não nos queira ver juntos. Mas eu não largo.

E, embora consiga imaginar, não o quero fazer.

Dá imenso medo pensar em NÃO estar com quem amo, e que me ama.

Dá medo sequer pensar que esse amor acabe.

Acaba só se nós quisermos, certo? Às vezes parece que ninguém controla isso.

Eu quero controlar.

E estas memórias vêem em prole daquela entrevista que vi da viúva.

Eu bem que enrolo, que desenrolo... mas isto não se entende! O.o