sábado, 21 de novembro de 2009

Ser puto.

Então e a Disneyland Resort Paris? Não é só para as criancinhas, penso eu! Eu, que nunca fui lá, acho que seria espectacular passar lá um dia. Mas como adulto, não como cachopo! Tenho a sensação de que quando realmente temos a noção das coisas, e que sabemos o que estamos lá a fazer, que aquilo acaba por ter uma magia especial, diferente! Claro que, na infância, a Disney é capaz de fazer parecer ao puto que, de repente, entrou para dentro das historinhas que ele conhece, juntamente com os papás (ou outras pessoas, não interessa), e que ninguém ainda lhe disse “Epá! O que se passa aqui!? Isto não é normal!”! E pronto, na cabeça dele tudo não passará de um sonho, até que um dia cresce e percebe que não aproveitou bem aquilo da Disney porque estava era a tentar perceber como é que apareceu tanta gente das cassetes e da Televisão junta!Mas bom, ninguém disse que ir à Disney é baratinho, por isso, se calhar é melhor ir conhecer outras bandas por lá e continuar a sonhar.

Ai, a minha vontade de viajar…

Nem quero dizer o título :P

Ás vezes tenho a sensação de que o que digo realmente é só disparate.
Sinto vergonha de ser quem sou, naquele momento, e a vontade que tenho é de provocar como que um efeito de um antídoto num veneno, mas contra mim própria, e perco a vontade de comunicar. Ganho sim vontade de me fechar dentro da minha conchinha e me congelar ali dentro, entrar em modo de hibernação, tentar que ninguém me pergunte porque não falo, e conseguir portanto, ao não falar, não dizer disparates, não responder torto a ninguém, não ser parvinha, não nada. Não ser nada e pronto. Fica tudo resolvido.
Não me perguntem porque não falo, é melhor mesmo que nem abra a boquinha.

E eu só digo disparate…
Será, porra?

e eu falo, falo...

Eu não quero com estas coisas deixar transparecer que me sinto fraca, a divagar, infeliz, ou parvinha.

Eu sei que sei o que sei e que quero muito saber o que ainda não sei. Não me quero auto-rotular com coisas palermas, nem quero rotular ninguém porque apoio quem disse (e esse sim é que foi um espertinho) que somos todos iguais, e que temos todos os mesmos direitos. Pronto pronto, tirando aqueles chantagistas que nos atropelam no dia-a-dia com ratoeiras do tipo “fazes porque sou eu que estou a manda-ar” (leia isto como um cântico sínico, como ouvimos tantas vezes).


Tenho um bocado a mania da comunicação (vá, podem juntar às outras manias todas e enviar-me a listinha pelo natal). Eu quero falar e falar e falar, e dá-me imenso gozo falar nas páginas do Word, de seguida imprimi-las, escondê-las (onde por vezes nem eu chego a encontrar), e nunca mais as ler na vida. É como um desabafo que é apagado pela fraca memória que não entende passagens temporais.
Ah! E hoje escrevi isqueiro com “i” na inicial, e fiquei toda contente por ninguém entender que me tinha enganado! Só mais tarde percebi que era eu quem estava errada, e que isqueiro não se escreve com um “e” na inicial como eu pensei, e que afinal o meu erro foi pensar que tinha errado.

Confundi-vos outra vez? Começo a achar que é a minha função.

Isto, decerto, é a minha Vontade de Comunicar a discutir com a Velocidade, e com a Coerência.

Áim 'in lóve

Enfim, podia ser bem mais fácil isto do verbo amar.

Eu sei que amo, mas não é nada fácil de explicar a sensação que é!

Acompanhar uma entrevista conduzida a uma viúva, e de repente sentir lágrimas, quentes e pesadas a explodir pela órbita ocular fora. É que chega a doer! E nem preciso de pensar “Oh, se fosse comigo…”: Não! Basta-me pensar “Coitada, sente-se tão infeliz”… E isto aconteceu-me mesmo.
Parece automático!!
E eu tento ouvir a entrevista até ao fim e pensar que “teve de ser”, que ela acaba por ultrapassar isto e blábláblá…Mas e quem não ultrapassa?? O que acontece? Fica deprimida até que opta pelo suicídio?
É isto o amor? É poderosamente mortífero no fim de uma chegada emotiva e Feliz?!
É que se for eu fico com Medo!
E não fico com medo de sofrer. Mas temo sim por quem me ama a mim.

Amar e ser correspondido é pior do que amar e não o ser?


Isto deve ser da paixão que sinto…

Algumas pancas...

Tenho aprendido a perceber mais sobre matérias da Saúde, e da Política. E talvez isto me tenha feito preferir Psicologia B, em vez de Materiais e Tecnologias. O que imensa gente estranha, visto que estou a terminar o Secundário em Artes Visuais, e ao que parece Psicologia é mais para os outros cursos. Mas não interessa, estou a adorar e tem-me feito entender comportamentos (que digamos que é um dos meus Hobbies – como fanática de The Sims que sou), e a não me importar tanto com o que por aí vai acontecendo.

Esta disciplina e as outras têm-me dado espaço para entender realmente o quão crescidinha sou. Será que basta tirar aquelas notas brilhantes (como os 20’s que nunca tive), para pensar que sou esperta? Não basta não, porque isso é mais que suficiente. O que importa é que para além de nunca os ter tirado, acho-me esperta à mesma. É que… dou-me conta das coisas! E, ou muito me engano, ou há bem pouco tempo não dava conta delas… (Impressionante a capacidade que eu tenho de me confundir a mim própria.) E agora paro. E penso. E repenso. E bate certo! E eu aplaudo! (Mentalmente leia-se…) Aplaudo e rio-me, por pensar que acertei, que cresci, que fui espertinha o suficiente.

Ou me engano novamente, ou então é dos 17 anos…

Oi lalalelilo’

Este poderá significar ser o meu texto de apresentação.

E posso começar por expressar que todos temos fases boas e fases más, quer estejamos muito felizes ou infelizes. Alguém deprimido pode sorrir mas alguém feliz também pode chorar.

E eu tenho aprendido imenso nestes últimos meses acerca da vida, do que é ou não ser feliz.
E por sorte (espero eu), descobri que sou mesmo muito Feliz! Que tenho imensas coisas que só me podem trazer alegrias, que tenho capacidades para produzir bons trabalhos, e tenho meios para me ir sentindo aos poucos cada vez mais e mais realizada.

Agora (assim para confundir um bocadinho) apetece-me dizer que mudei imenso o perfil de todo o meu computador. É certo que a primeira coisa que fiz quando o tive, foi alterá-lo e modificá-lo de modo a que fosse MEU e MEU! Mas agora deu-me vontade de o deixar com um aspecto diferente, pelo que isto está cheio de cores e efeitos engraçados.

E isto iluminou momentaneamente o meu discurso.

Fez-me recordar um dos motivos pelo qual sou feliz: PERSONALIZEI o meu computador, e não foi propriamente ao meu gosto, é verdade.

E hoje voltei a jogar uma coisa que me faz pensar muito rápido, e que já não jogava à uns bons tempos, e descobri que afinal nem sou assim tão Lenta, e que até consegui uns pontinhos!

Enfim, o meu nome não é Dri, mas podia ser.