domingo, 21 de fevereiro de 2010

A minha enrolação.

Escrevi numa composição sobre a Liberdade, num teste para Português, a seguinte conclusão:

“Se todos respeitarmos, portanto, aquilo que nos é imposto, julgamo-nos livres de ser aquilo que nos deixam ser.”


E senti-me poética. (E a nota não foi grande coisa) --‘

Bodas de Prata... mensais?!? :P

Já passa da meia-noite. Já é dia 21 de Fevereiro de 2010! É hoje que festejámos 25 meses de namoro! E já lá vão 2 aninhos MUITO bem passados com o rapaz que considero mais que ideal! És o meu EU. És tu com quem eu me quero divertir, sair, correr, falar, cantar! São sempre os mesmos verbos, que me deixam assim animada. Tudo para dizer que quando te ris, ou comigo, ou para mim, a sensação é das mais poderosas do mundo! Dá vontade de suspirar repetidas vezes!
Sinto-me completa quando olhas para aquele espaço especial dos meus olhos que apenas tu consegues ver. É lá que eu percebo que me amas. Quando sinto esse olhar.
É o sentimento mais poderoso do mundo: sentir que te amo.
Nem vou tentar mais descrever.
Tentar descrever como te amo acaba por ser mentir.  Porque é impossível descrever esta magia, a do amor.
Prefiro dizer que, contigo, me sinto SPEACHLESS.

LEO!

Pequena Dri fala de Dri pequena.


Por muito que eu quisesse lutar (e realmente a princípio não queria), as lágrimas apareceram muito rapidamente!

Contaste-me que, quando eu tinha apenas um aninho, estiveste no hospital. Tiveste um pequeno problema, e tinhas a cabeça com uma ligadura branca. Quando te fui visitar, com a mãe e com o tio, fiquei meia escondida atrás da mãe, e receosa, porque me parecias estranho, diferente. Passei assim, esquisita, a visita toda. Na hora de me vir embora, eu, bem pequena, segui pelo corredor, atrás da mãe e do tio, mas sempre a olhar para trás, e a ver-te ficar. E talvez, a pensar “é o meu pai que está ali… e não vem connosco”. Segui, mas não resisti, e voltei para trás, como numa cena de um filme, cheguei até ti, abracei-te, ri-me contigo, e depois sim, consegui ir-me embora, já mais animada, porque tinha tido algum contacto contigo.

Eu nunca me lembraria desta história, mas tu contaste-ma já por duas vezes, e nas duas eu não resisti, ao imaginar-me criança, a correr para ti, com aquele sorriso, a abraçar-te, e apenas com um ano, não resisti a chorar. Ou pelo menos a soltar poucas lágrimas de felicidade.
Arrisquei, és meu pai, e corri para ti. :’)

No msn. :)

Estive a pensar melhor, e da próxima vez que me disserem “aquela tua amiga, a Sarinha... é muito parecida contigo…!” eu vou responder:
“OH! Sério??! Isso para mim é um elogio!!” :D

Dia 17.


Foste para minha casa!
Foi INCRÍVEL! Foi EXTRAORDINÁRIO! :D
Rimos IMENSO, conversámos aos poucos, comemos, fotografámos, filmámos, dançámos, cantámos = festejámos o nosso Carnaval xD xD

Foi daquelas tardes espantosas em que tive mesmo a certeza do quanto eu gosto de ti, do quanto eu quero que tu sejas MUITO FELIIIZ! E esse quanto é gigantesco!!!
És a minha Sarinha, a minha pequenina (pouco mais baixa que eu --‘), com quem eu me quero divertir ao máximo!

E vêem aí as viagens! Vem aí a viagem a Lisboa, onde não te quero largar (pelo menos por muitos minutos seguidos), quero correr aqueles lugares magníficos, que eu adoro, contigo atrás.

E agora estou-me a lembrar do meu filme preferido. Gravado em Lisboa. (Isto até me faz arrepios!)
Lembrar-me (falando nos nomes das personagens e não nos nomes dos actores), do João e da Mariana, descalços, completamente, e a dançar, muito íntimos, em cima de uma passadeira, em plena praça pública, em Lisboa! Cena fenomenal. Cena que me traz saudades! Cena que me faz querer ir já já para Lx, ver aqueles candeeiros da cidade a iluminar aquela noite irresistível!

E nós, como vamos durante o dia, faz-me lembrar quando esse casalinho encontra a Terça-feira pel’aquelas ruas tão familiares! Eu quero passear pelo jardim em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, ver todos aqueles carros a passar pela avenida em frente ao CCB. Quero lá entrar e ver toda a colecção de Berardo, que me dá vontade de me deitar no chão, e ficar por ali a apreciar aquilo que mais me inspirar!

Quero repetir estes momentos todos, e quero levar-te comigo a reboque para que te sintas tão feliz quanto eu! Vamos tirar fotografias com a máquina pousada no chão ou num banco, vamos comer na relvinha (e deixar tudo limpinho), vamos adormecer na “cáminéte”, vamo-nos divertir! :D

E depois virá a viagem a Barcelona. Aqueles dias que temos para correr as façanhas mais características da cidade! Fazer tudo isto contigo ao lado = AWSOME!

Pim.

Demorei algum tempo a entender o que significas para mim. Chegaste, mostraste-me que és especial, e mantiveste-te quietinha no teu lugar importante. Elogiei-te, mostrei-te que eras espectacular comigo, mas cheguei a um ponto em que “arrefeci” e pensei de cabeça fria o que se estava a passar. E deu-me um flash enorme. Concluí que eras mais para mim do que eu julgava!
Deduzi imediatamente a rapariga formidável que tens sido comigo, SEMPRE, e como gosto de falar contigo, de te abraçar (que faço questão de o fazer imensas vezes), e como confio e confiei sempre em ti. Nunca tive medo de mostrar como sou, a ti. Percebi o quanto me revejo em ti, por vezes. E como isso faz de ti tão especial.
Todas as coisas que temos em comum.
Tudo aquilo que vamos sentindo!

É fantástico! Quero passar o máximo de tempo possível contigo! Sinto que ainda temos muito para nos divertirmos num futuro muito próximo!

És PERFEITA. MELHOR AMIGA!

Carnaval 2010

Como sempre, arranjámos os últimos pormenores essenciais à pressinha, e fomos a correr para o polivalente.
Chegámos, gritámos uns com os outros, actuámos, e rimos, aplaudimos, festejámos. No final dançámos, que nem umas doidinhas (algumas amigas), rimos imenso, até que… a hora da verdade.
Fomos muito, muito elogiados, sabemos os erros que cometemos, e sabemos que temos e tivemos potencial para sermos os vencedores. Mas não ganhámos: a escola nomeou outros que riram, que festejaram. Na altura revoltou-me tudo aquilo. Mas agora já entendi que não foi nada de especial.
Eles continuam a ser as mesmas tristezazinhas talentosas, e nós os mesmos desorganizados, que só sabemos gritar, e temos talento. :)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sara

Nem sei bem por onde começar.
Como é natural.

Minha Qerida Sara (nao tou a brincar),
tens-me surpreendido sempre.
Nao te conheço sequer à um ano, e sinto que és MAIS-QUE-ESPECIAL.
Eu sei q nunca estamos tanto tempo quanto deveríamos juntas.
Mas porra, quando me ponho a pensar em ti, e na miúda Fabulástica que és... até me dá um nó na garganta!
Sinto-me culpada por te sentires mal.
Acho q nao te tenho dado todo o apoio que MERECES e q eu queria te dar.
Quando queremos mesmo muito uma coisa, conseguimos. E e' por isso que eu quero mesmo passar mais tempo contigo.
Mas o tempo é um estraga-tudo.
E eu só me sei queixar de falta de tempo.

Mas queria tanto te ajudar. Queria que conseguisses falar comigo como uma amiga.
És daquelas pessoas especiais, de quem eu nunca me quero afastar.

Quero ser mais tua AMIGA.
VERDADEIRA.
FIEL.
A 100%.

GOSTO TANTO DE TI SARA.
Nem sei escrever.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Disgusting it

Nem sempre é tão fácil, tão simples, ou tão óbvio.
É preciso perguntar.
É muito difícil explicar o que nos vai pela cabeça.

Mas eu gostava, (será um sonho meu?) de pegar em todos, abraçá-los, confortá-los, e dizer que os ajudo, sempre.
Mas serão muitos amigos?
Não, sou eu, que não me desdobro, que não me consigo multiplicar, e que não sei gerir o meu próprio tempo para todos quanto gostava.

Aqui vai um pedido-pouco-banal de desculpas a todos quantos eu talvez não me consigo multiplicar.

Mas tenho descoberto, por mim mesma, que consigo encontrar mais qualidades que defeitos nas pessoas. E quando só vejo os defeitos, ambiciono apanhar muito arzinho.
[E vou começar outra vez por "Mas"] :
Mas agora que os olho, a todos, assim, gostava de passar imenso tempo com cada um deles, para descobrir todas aquelas coisas que eu adoro.

Serem Humanos.



Adoro descobrir isso.
Quero descobrir isso. Quero ver, perguntar, tocar.
Gostava que fosse mais fácil.
Eu qeuro sempre ser a mãezinha de todos.
Gostava mesmo de lhes passar a mão pelo cabelo, e dizer que sou 100% verdadeira, de confiança total.

O problema é que a vida não é O Sims, e eu não quero seguir Psicologia.