Opá, que porra é esta? Assim de repente..?!
Hoje descobri que realmente mentir não é cá com a minha pessoa. Nem chega a ser uma atitude atrevida, ou descarada. É MESMO uma atitude parva, cobarde! Ninguém deveria mentir. Seria muito mais fácil se o que acontecesse, fosse explicado, fosse descrito, para ser perceptível aos olhos de quem precisa entender. Não consigo (mesmo) entender a mentira. A sua existência nos casos o mais desnecessários possível.
Eu considero-me uma rapariga frontal. Com o tempo estou a aprender que, em certo tipo de situações, mais vale fazermos uma birra interna como um estagiário, do que propriamente dizer ao patrão de que aquela gravata não fica bem com a sua cor de cabelo. Mas, embora esteja a interiorizar estas parvas verdades da vida, continuo a achar que o patrão iria gostar muito mais das minhas atitudes se eu fosse sincera com ele.
Enfim, Lígia: obrigado por poder confiar nas tuas opiniões, porque sei que são baseadas em críticas sinceras.
E (gente que não menciono a sua designação), que a vidinha vos corra muito bem, e que sejam muito felizes, e que, com o tempo (esse esperto), aprendam que há casos em que não existem motivos para nos acobardarmos e mentirmos à descarada.
E pronto, tenho dito.
A minha mania de exprimir tudo. ;)
Olá, aqui cresces pouco e ris-te de mim, mas ficas a conhecer umas coisas porreiritas :P
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
“MENTIRA” disse o polígrafo.
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