Não é preciso um título. Nem é preciso dizer muito. Nem sei de que tamanho vai ficar o texto, sinto a cabeça a borbulhar de pensamentos, mas não tenho vontade de partilhar. Sei que depois me arrependo de os transformar em palavras. Quando era mais pequena, primeiro dizia o que queria, e só depois olhava para cima, para o tecto do quarto, e pedia a Deus com muita, muita força, para me desculpar e para me ajudar.
Hoje já não sou crente. E agora... peço desculpa a mim própria. Por pensar tantas vezes "porquê?! Sou assim tão ... (tudo)?"
Psso afirmar que tem vezes que não te compreendo. Que tem vezes em que te compreendo, mas que não compreendo o teu objectivo, a tua intenção.
Eu não queria é que me magoasses mais.
Queria que entendesses que, talvez, os meus dias não sejam muito simples, muito fáceis.
Talvez os teus também não sejam. Mas eu compreendo-te. E gostava que soubesses isso, que te apercebesses que eu te compreendo.
E que me sinto muitas vezes insultada, humilhada por ti.
Obrigada, por nada.
Ajuda-me, apoia-me, não me lixes.
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